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Mostrando postagens de julho, 2026

Se o exercício físico pudesse ser encapsulado, ele seria o medicamento mais caro e cobiçado da Neurologia

  Quando pensamos no tratamento e na prevenção de doenças neurodegenerativas e transtornos mentais, a tendência automática do mercado é olhar para as prateleiras.   No entanto, um robusto corpo de evidências científicas atualizado em abril de 2026 propõe uma quebra radical de paradigma: os efeitos biológicos e estruturais do exercício físico no encéfalo superam, por margens agressivas, as terapias farmacológicas atuais. Para a Dra. Maria Fiatarone Singh, geriatra e professora da University of Sydney , os ensaios clínicos com exercícios mostram uma tendência de melhora nos desfechos cognitivos que chega a ser pelo menos o dobro do observado com os medicamentos voltados aos depósitos de placa amiloide — e com uma vantagem crucial: zero efeitos colaterais graves, como as hemorragias intracranianas associadas aos novos fármacos. Para o farmacêutico clínico focado em geriatria, neurologia ou oncologia integrativa, compreender essa cascata bioquímica não é apenas uma atualização a...